Metodologia: Amor azul! Amor paciente! – Vivência 4

Habilidades

  • EI03EO02: Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações..
  • EI03EO07: Usar estratégias pautadas no respeito mútuo para lidar com conflitos nas interações com crianças e adultos.
  • EI03EF05: Recontar histórias ouvidas para produção de reconto escrito, tendo o professor como escriba.
  • EI03EF06: Produzir suas próprias histórias orais e escritas (escrita espontânea), em situações com função social significativa.

Recursos obrigatórios

  • Leitura: Livro de literatura
  • Materiais extras: Se possível almofadas, esteiras ou tapetes para as crianças se sentarem, aparelho ligado a internet.  

1) Reconectando

Neste primeiro momento, é válido retomar a experiência de ouvir a história narrada pelo autor e convidar as crianças a descobrirem o prazer de manusear o livro na roda de conversa. Além disso, informe-as sobre a contação de história que acontecerá, na qual você será a contadora.

2) Senta que lá vem história

Antes de contar a história, é importante se apropriar do conteúdo do livro Amor azul! Amor paciente!

Convide as crianças para se sentarem e posicione-se no meio da roda. Durante a contação, recomendamos modificar a voz, produzir sons que representem os eventos da história e mostrar em qual página está lendo.

Mantenha o entusiasmo e sinta-se à vontade para inserir novos elementos na narrativa. Ao final, pergunte às crianças se perceberam alguma diferença na forma como a história foi contada.

3) Quem conta um conto aumenta um ponto

Após a experiência da contação de história, convide as crianças a criarem juntas uma nova narrativa.

Ainda em roda, inicie a história como preferir – uma frase clássica é “Era uma vez…”. Em seguida, chame uma criança para continuar e assim sucessivamente.

Ao final, converse sobre a experiência.

4) Vídeo

Agora, vamos assistir a um vídeo.

Este vídeo traz um enredo sensível sobre pessoas com espectro autista e nos convida a enxergar seus pontos de vista, ajudando a compreender o TEA (Transtorno do Espectro Autista) de forma lúdica e explicativa.

5) Registros

Após assistir ao vídeo, conecte essa experiência às vivências anteriores, destacando como todas elas ajudaram as crianças a compreender que somos diferentes e que cada um tem sua própria maneira de ser e estar no mundo.

Sugerimos, ainda, ouvir a canção Ser Diferente Tudo Bem, do álbum Músicas para Brincar, disponível em plataformas digitais.

Enquanto ouvem a música, usando diferentes riscadores e uma folha, oriente aos estudantes para que registre – em forma de desenho – a diversidade, o ser diferente. Expor em um mural das diferenças.

6) Registro das observações

Durante todas as atividades, tivemos a oportunidade de observar reações, captar comentários e perceber como as crianças começaram a lidar com o tema.

O registro desses momentos é essencial para evidenciar essas evoluções. Além disso, sugerimos um momento de conexão entre escola e família: convide os familiares a enviarem uma história para ser lida com as crianças, seja um livro ou um texto escrito no material delas.

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